Millennium BCP aposta na Amadora e promove cinco lotes de terreno para segmento residencial - Imobusiness

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Millennium BCP aposta na Amadora e promove cinco lotes de terreno para segmento residencial

Millennium bcp aposta na Amadora e promove cinco lotes de terreno para segmento residencial


As zonas suburbanas de Lisboa começam a ser uma alternativa à capital no que se refere ao mercado imobiliário residencial, não só em termos de preços acessíveis como em qualidade de construção, a que se junta a rede de transportes e acessos. É com base neste cenário, que o Millennium bcp aposta na comercialização de um conjunto de cinco lotes de terreno, cujo destino é a construção de edifícios residenciais localizados no centro da Amadora.

O Millennium bcp destaca a boa localização dos terrenos, na Av. Elias Garcia, apenas a 400 metros do Hospital da Luz e junto à estação de caminhos-de-ferro como alguns dos trunfos deste conjunto de terrenos para conquistar o interesse de potenciais investidores. A proximidade da Escola Secundária Seomara da Costa Primo surge também como um chamariz para as famílias que tenham filhos em idade escolar.

De acordo com a instituição bancária, os trabalhos de infraestruturas já estão executados, ainda que alerte que será necessário submeter novas licenças de construção. De entre as caraterísticas de edificabilidade definidas por alvará, está a possibilidade de construção de um total de 36 fogos (no conjunto dos cinco lotes), em que, as tipologias oscilam entre T2 e T3, a par de espaço para lojas e estacionamentos.

O mercado imobiliário residencial em Portugal está a viver uma atividade crescente e com grandes repercussões ao nível dos preços. Neste cenário, ganha cada vez mais relevância olhar para as periferias onde o fator preço ainda faz a diferença.

O presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP), Luís Lima, confirma esta tendência e a atratividade, neste caso, da Amadora para receber novos moradores. “Com a redução do ‘stock’ e o aumento de preços no centro de Lisboa, as periferias começaram a ganhar uma preponderância cada vez maior no panorama imobiliário, o que fez com que o município da Amadora assistisse a um crescimento na procura”. No que se refere ao perfil da procura neste concelho, Luís Lima realça que “são sobretudo jovens e famílias que trabalham em Lisboa, e procuram habitação a um preço (mais) acessível na periferia da cidade”. “A Amadora é uma zona que atrai mais o mercado interno, para o segmento habitacional. Posto isto, o investimento que tem sido efetuado neste município é dirigido sobretudo para o mercado de arrendamento urbano”, detalha ainda o presidente da APEMIP.

Ainda assim, o presidente da APEMIP lembra que, tal como noutras zonas, o aumento da procura tem resultado numa redução do ‘stock’ disponível e aumento de preços. “Tal como tem acontecido nas demais periferias da cidade, também a Amadora já não tem stock suficiente para a procura existente, pois o grosso da procura feito pelos jovens e famílias foca-se, sobretudo, nas regiões que são servidas com uma boa rede de transportes públicos, como é o caso deste município”. Mas Luís Lima reconhece que as medianas de compra e venda e de arrendamento na Amadora continuam “a ser inferiores às praticadas no centro de Lisboa e por isso mais atrativos”. Segundo dados do INE, o valor mediano das vendas por metro quadrado no município, para os alojamentos familiares, ascendia a 1.363 euros no segundo trimestre do ano, contra os 1.304 do primeiro trimestre. Já no que diz respeito ao valor mediano das rendas, na mesma categoria, situava-se em 7,69 euros no primeiro trimestre.

Sobre a atratividade do município da Amadora, no que se refere ao mercado imobiliário, fonte oficial da autarquia não tem dúvidas que “assenta na sua localização privilegiada: na primeira coroa da capital, dotada de acessibilidades rodoviárias (IC19, EN117, IC16, etc.), ferroviárias  e de transportes pesados (metropolitano) e apostando no investimento em espaços públicos, em que, os espaços verdes são quantificáveis em 10 metros quadrados por habitante”.

 A mesma fonte da câmara presidida por Carla Tavares refere que a autarquia tem sido abordada por alguns investidores, para saber da disponibilidade de terrenos e a sua aptidão “para a construção de equipamentos como residências universitárias e seniores”. Face à procura existente, a mesma fonte explica que “a CMA tem adotado diversas políticas para atrair novos moradores”. E destaca como exemplo, o apoio a fundo perdido à reabilitação urbana, com a implementação de programas municipais (REABILITA+ e REABILITA PLUS), bem como o apoio a empresas com volume de negócios até 150 mil euros, através da isenção de derrama e também com a redução do IMI, que se pretende que baixe até ao mínimo previsto de 0,30 até ao final do mandato”.
A fonte da autarquia assume que tem havido a construção de novas urbanizações no concelho, bem como, a construção de edifícios em lotes disponíveis em urbanizações, desde 2000.

Venteira / Amadora / 3 lotes de terreno contíguos / Ref. 59891 / 59896 / 59901
Venteira / Amadora / 2 lotes de terreno contíguos / Ref. 59906 / 59907